Romã: saiba por que você precisa dela

Fruta ajuda a emagrecer e previne doenças

Por Renata Demôro

Romã não é uma fruta que costuma fazer parte da dieta do brasileiro, mas deveria ser incluída na matemática das duas porções de frutas por dia. Cientistas da Universidade de Queen Margaret, na Escócia, descobriram que a romã pode ser uma aliada. Estudo recente mostrou que essa fruta é capaz de diminuir os níveis do cortisol, hormônio capaz de aumentar a gordura abdominal, induzido pelo estresse. Mas não é só. De acordo com a nutricionista funcional Luciana Harfenist, “a fruta também tem aplicações no controle do mau colesterol (LDL), diabetes, celulite e cardiopatias”.

Raio-X da romã
Luciana explica que as sementes da fruta são riquíssimas em vitaminas A e E, potássio, ácido fólico, vitamina C, cálcio, ferro, potássio, magnésio, ácido gálico, ácido elágico, entre outras substâncias. “Ela também contém punicalagina, um flavonóide responsável pelas propriedades antioxidantes, capaz de reduzir processos inflamatórios presentes na obesidade, cardiopatias, diabetes, celulite e câncer. Essa substância ainda diminui a produção de citocinas pró-inflamatórias, presentes no tecido adiposo, interferindo diretamente na composição corporal.”, diz Luciana.

O médico nutrólogo José Alves Lara Neto, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), reforça que a ação anti-inflamatória é capaz de debelar infecções na garganta. Realizada pela Universidade Riverside, da Califórnia, uma pesquisa identificou componentes no suco de romã que podem inibir os movimentos de células cancerosas e a metástase do câncer de próstata.
Jamie Oliver faz drink sem álcool, com romã, limão e hortelã. Veja a receita! 

Potente antioxidante
Luciana Harfenist lembra que a ação antioxidativa da romã é considerada mais potente que a do vinho, no combate aos radicais livres. “Ela tem ótima ação detoxificante, livrando o fígado de toxinas e acelerando o metabolismo basal. A romã tem uma composição tão diferenciada em nutrientes que pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) estão estudando as propriedades antivirais dos taninos elágicos para o tratamento de herpes e dengue”, completa a nutricionista.

Luciana reforça que a romã deve ser ingerida logo após a sua manipulação ou preparação. “Com as sementes, é possível preparar suco puro, ou misto com outras frutas, e ainda salpicá-las em saladas, molhos e recheios de tortas. A casca serve para fazer chás, sucos e vitaminas.”
Veja como inserir romã na salada.

Em suco ou em chás, romã faz bem
Para obter os benefícios dos compostos da fruta, a nutricionista ressalta que o seu consumo deve ser diário: “Um copo (100 ml) de suco de romã ao dia, fora das grandes refeições, ou a metade total das suas sementes em cima da salada, é o bastante para aproveitar tudo de bom que a fruta tem a oferecer”, explica. José Alves completa: “Para acabar com gengivites e amigdalites, ferva a casca em água, aguarde esfriar, e faça gargarejos. Infusões com flores da romã possuem taninos, substância indicada no caso de desarranjos intestinais”.

Benefícios da Banana

Banana

Depois de leres isto, tu nunca mais vais olhar para uma banana da mesma maneira.

Contendo três açúcares naturais; sacarose, frutose e glucose, combinados com fibras a banana dá-te uma reserva instantânea de energia. Pesquisas provam que somente duas bananas dar-te-ão energia para 90 minutos de trabalho pesado. Não admira a banana ser o fruto mais consumido entre os atletas. Mas energia não é o único benefício que a banana nos traz, ela ajuda-nos a prevenir um substancial número de doenças.

Depressão: De acordo com recentes estudos, a maioria das pessoas que habitualmente sofrem com depressões sentiram-se substancialmente melhor depois de comerem uma banana. Isto acontece porque a banana contém um tipo de proteína que o corpo converte em serotonina, substância que se sabe que ajuda a relaxar e te faz sentir melhor.

Anemia: Fortes em ferro, as bananas estimulam a produção de hemoglobinas e ajudam em caso de anemia.


Pressão Arterial: Este fruto tropical é muito rico em potássio e pobre em sal sendo perfeito para descer a pressão arterial. A Food and Drug Administration, nos Estados Unidos até permitiu aos produtores de bananas usarem isso como publicidade.

Cérebro: 200 estudantes comeram uma banana ao pequeno almoço, ao almoço e ao lanche e provou-se que o potássio presente no fruto ajudou-os a melhorar a sua concentração.

Obstipação: Ricas em fibras, a inclusão de bananas nas dietas ajuda a normalizar o trânsito intestinal, permitindo debelar os problemas sem o uso de laxantes.

Dor de cabeça: Uma das maneiras mais rápidas de curar uma dor de cabeça é fazer um batido de banana com mel. A banana acalma o estômago e com a ajuda do mel aumenta os níveis de açúcar no sangue enquanto o leite acalma e hidrata todo o teu sistema.

Cansaço matinal: Comer uma banana entre as refeições ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue elevados, combatendo o cansaço.

Picadas de insetos: Quando fores picado por um inseto, experimenta esfregar a zona afetada com a parte de dentro de uma casca de banana. Verás como a irritação vai acalmar.

Nervos: Bananas são ricas em vitamina B, que acalmam o sistema nervoso. Pesquisas em 5.000 pacientes chegaram à conclusão que os mais obesos são aqueles que têm trabalhos de muita pressão. O relatório concluiu que para combater isto, devemos controlar os nossos níveis de açúcar no sangue devendo consumir comida com muitos hidratos de carbono, como a banana.

Úlceras: A banana é usada nas dietas contra as desordens intestinais pela sua textura suave e por causa de ser um fruto muito macio. É o único fruto que pode ser comido sem causar distúrbios mesmo nos casos mais graves. Ela também neutraliza a acidez excessiva e reduz a irritabilidade criando uma camada nas paredes do estômago.

Controlo de temperatura: Muitas culturas vêm a banana como um fruto ‘calmante’ porque consegue baixar a temperatura, quer física quer emocional, nas mulheres grávidas. Na Tailândia, por exemplo, é hábito a mulher grávida comerem bananas para se assegurarem de que o seu filho nasce com a temperatura correta.

Fumar: As bananas podem ajudar quem quer deixar de fumar. As vitaminas B6 e B12, o potássio e o magnésio que contêm, ajudam o corpo a recuperar dos efeitos da falta de nicotina.

Stress: O potássio é um mineral vital que ajuda a normalizar o batimento cardíaco, que auxilia a ida do oxigénio para o cérebro e que regula a repartição de água pelo corpo. Quando estamos ‘estressados’ o nosso metabolismo altera-se reduzindo os níveis de potássio. Podemos ajustá-los com a ajuda deste fruto, rico em potássio.

Cortes: De acordo com o ‘New England Journal of Medicine’, comer bananas regularmente pode reduzir o risco de morte por cortes até mais de 40%! Assim, a banana é um remédio natural para muitos males. Acrescentado só uma coisinha, a banana ajuda a ajustar o organismo no chamado ‘Jet leg’. Para quem viaja de um continente para outro com muitas horas de diferença do fuso horário, comendo bananas, devido às propriedades do potássio, o organismo consegue ajustar mais depressa ao novo horário.

Comparando-a com a maçã, tem o quádruplo das proteínas, o dobro dos hidratos de carbono, três vezes mais fósforo, cinco vezes mais vitamina A e ferro e o dobro das outras vitaminas e minerais. É um fruto rico em potássio e uma das mais saudáveis comidas existentes.

Açaí pode ajudar na prevenção do câncer

Pesquisa mostra que adição da fruta durante a fermentação do leite estimula a produção de ácido que auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer

SXC

NOVA FUNÇÃO

Além de energético, açaí pode ser um importante aliado na luta contra o câncer

Tradicionalmente conhecido por suas propriedades energéticas, o açaí deixou de ser uma fruta consumida por esportistas e foi incorporado ao cardápio dos brasileiros na forma de bebidas, doces, geleias e sorvetes nos últimos anos. Agora, um estudo publicado no International Dairy Journal mostra que a mistura da polpa do açaí durante a fermentação do iogurte pode ajudar a prevenir o câncer e fornecer nutrientes importantes para o nosso corpo.

O trabalho, coordenado pela professora Maricê de Oliveira, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), concluiu que a fruta estimula a produção do chamado ácido linoleico conjugado (CLA) por linhagens de bactérias presentes na fermentação do iogurte. O CLA, segundo ela, auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer, como o colorretal, de estômago e de mama.

O estudo também focou o potencial benéfico do açaí sobre o perfil lipídico do iogurte. Isso quer dizer que o açaí, ao ser misturado no iogurte, promoveu um aumento do teor de ácidos graxos benéficos à saúde. “Tais ácidos estão presentes em maior quantidade em gorduras de origem animal, mas cuja ingestão diária deve ser controlada”, afirma Maricê. “Nosso experimento demonstrou que o iogurte desnatado probiótico fermentado com açaí contribui para a ingestão diária desses ácidos bons para o organismo sem aumentar a ingestão de indesejados alimentos gordurosos.” Além disso, a polpa do açaí é rica em compostos que possuem uma reconhecida capacidade antioxidante. Essa propriedade da fruta assegura a melhor circulação sanguínea e faz a proteção do organismo contra o acúmulo de placas de gordura nas artérias.

A pesquisadora afirma que não é possível fazer o iogurte de açaí em casa, pois, para que o CLA seja formado, é preciso que a fermentação ocorra de forma industrial e controlada. “Mas nosso objetivo é que ele seja vendido nos supermercados no futuro”, diz. De acordo com Maricê, o próximo passo de sua pesquisa é realizar testes em humanos para verificar o potencial da mistura. Ela acredita que isso acontecerá em breve.

Link Original: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI148684-15257,00.html

Acerola Uma Santa Fruta Medicinal

É uma fruta que bem poderia ser nativa do Brasil, tem tudo a ver com as nossas nativas; se parece com a pitanga, embora lembre a cereja européia. Propagou-se logo de sua chegada ao Brasil. Hoje se tornou popular no mercado de polpas, deixando para traz outras frutas nativas brasileiras, comercialmente. Seu cultivo é comum e fácil, de produção satisfatória à partir do terceiro ano de seu plantio. É uma planta rústica, resistente e tem se propagado com facilidade em várias partes do mundo.

O interesse pela acerola teve início nos anos 40, quando se descobriu suas propriedades medicinais, principalmente o alto teor de vitamina C, o ácido ascórbico. A partir daí ela foi empregada no tratamento da gripe, afecções pulmonares, controle de hemorragias nasais e gengivais, auxiliando também no tratamento de doenças do fígado, aliviar dores musculares e nas articulações, é bom para a irritabilidade, fadiga, perda de apetite, cicatrizante…


De modo geral, fortalece o organismo como um todo e é eficiente no tratamento de anemia. É indicado na dieta de lactantes e gestantes, crianças e adolescentes, desnutridos e convalescentes físicos. Ufa!!! essa é uma fruta curandeira mesmo!

Ácido ascórbico, proteínas, provitamina A, sucrose, ácido I-málico, ácido pantotênico, carboidratos, betacaroteno, dextrose, niacina, proteína, riboflavina, sais minerais (cálcio, ferro, fósforo, magnésio, potássio, sódio, tiamina e vitamina B6). Seu conteúdo em ácido ascórbico (vitamina C) é mais elevado do que em frutas como laranja, limão, abacaxi, araçá, kiwi e morango e menor que o camu-camu.


Em sua biografia consta ainda mais: é adstringente, antianêmica, antiescorbútica, antiinflamatória, aperiente, cicatrizante e nutritiva.
Na Pousada plantamos uns 50 pés de acerola, onde estamos fazendo um laboratório, ou seja, aprendendo a conviver com ela, explorando sua potencialidade e descobrindo outras fontes. Sua polpa é carnuda, às vezes amarela ou vermelha. Sua floração é de furta-cor, baseada nas cores rosa, lilás e branca, em forma de mini-rosinhas. O néctar das flores é um bom material de trabalho para abelhas na fabricação de mel, os pássaros, também, são outros bons parceiros.

Família: das Malpighiáceas.
Origem: América Central – Antilhas
Clima: Prefere regiões mais quentes, com temperaturas em torno de 25 à 27ºC.
Solo: Desenvolve-se em qualquer tipo de solo contendo fertilidade mediana.
Porte: Arbustivo, podendo atingir até 3 metros de altura, com tronco se ramificando desde a base.
Propagação: Semente, estaquia e enxertia.
Preparo do solo: O terreno deve ser arado e gradeado para que possa oferecer as condições mínimas necessárias ao desenvolvimento inicial da planta.
Adubação: A adubação só pode ser recomendada mediante análise do solo e análise foliar. Os elementos químicos que mais limitam a produção são o N, K, Ca.
Espaçamento: 4,0 x 4,0 metros ou 3,0 x 4,0 metros.
Covas de plantio: 40 ou 60 centímetros nas três dimensões.
Plantio: Na estação chuvosa, podendo ser cultivado o ano todo.
Frutificação: 2 a 3 anos após o plantio.
Pragas: Pulgão, bicudo e mosca-das-frutas.
Doenças: Cercospora ou mancha-das-folhas, verrugose e antracnose.
Produção: Considerando-se espaçamento 4,0 x 4,0 metros, com 625 plantas/ha, cultura irrigada, com 4 safras no ano, a produção pode chegar a 100 kg/planta/ano.

O  plantio da acerola se dá bem em qualquer tipo de solo, exige uma fertilização básica, mas bem drenada. Preferem locais mais quentes e pode ser cultivado o ano todo. Por essas e outras, a acerola se tornou uma planta quase obrigatória nos quintais, pomares e jardins brasileiros.

No Brasil a acerola teve um destaque a partir da década de 90, quando divulgado o seu valor nutricional. Através dessa divulgação o setor de agroindústria começa a se interessar e passa a incentivar o plantio em alta escala. A produção foi tanta que causou uma baixa no produto, provocando uma queda na expansão da plantação. O empresário buscou na exportação a solução para escoar sua mercadoria. Houve resposta positiva e hoje o Brasil é o maior produtor e consumidor do mundo. O Japão, Europa e Estados Unidos são os grandes importadores.
A aceroleira é de porte médio, em torno de 3 metros de altura, cultivada com a ajuda dos imigrantes, a planta produz várias vezes ao ano. Dizem que se as técnicas recomendadas forem seguidas à risca, a produção pode chegar a 100 quilos por planta ao ano, o que equivale a 62 toneladas por hectare.

Atenção, pesquisas já mostram que a acerola tem sua capacidade de vitamina C diminuída na medida em que vai amadurecendo e em determinada época do ano em que não é sua tradição o teor também é menor.

Recentemente, a EMBRAPA/CE divulgou uma pesquisa onde mostra 4 novos tipos de clones de acerola, que apresentam maior teor de vitamina C e um aumento na capacidade produtiva com frutas mais carnudas e de coloração mais acentuada (vermelho-púrpura forte), tudo isso com um custo reduzido.

Da polpa pode se fazer sorvetes, sucos, rocamboles, bolos, doces, molhos, licores, saladas, temperos, é só deixar a criatividade viajar…

Curiosidades das Aceloreiras

. A Alemanha consome, anualmente, 40 litros per capita de sucos de acerola.

. É possível intercalar plantações de uvas com pés de acerolas.

. No Pará, na Bahia, em Pernambuco e São Paulo, já existem muitas plantações de acerola, intencionalmente, visando o mercado externo.

. A fruta era guardada a “chaves” em Porto Rico, até ser trazida às escondidas para o Brasil, em 1956, por uma professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

. A acerola é uma fruta que se encaixa perfeitamente na tendência mundial de consumir o que é natural e saudável.

. A descoberta das potencialidades medicinais da polpa da fruta mostrou que concentra aproximadamente 100 vezes mais vitamina C do que a laranja e o limão, 20 vezes mais que a goiaba e 10 vezes mais que o caju e a amora.

. Os pesquisadores confirmam: 4 unidades desta fruta por dia são o bastante para suprir as necessidades de vitamina C de um adulto saudável.

. Já se encontram à venda comprimidos de acerola.

Referências bibliográficas
Revistas:
Revista Globo Rural, Manchete Rural, Agropecuária Estado de Minas, Natureza Frutífera / /  Livros: Fruticultura Brasileira – Pimentel Gomes. Emater/MG

Apenas a Cranberry é Capaz de Tudo Isso. É Pouco Ou Quer Mais?

Logo mais estaremos vendendo uma bebida de cranberry concentrada! Aguardem, vocês poderão comprar com toda segurança:

36 frascos de bebida de cranberry concentrado!

 

Cranberry, a pequena gigante

A Cranberry é uma pequena fruta encontrada na Cordilheiras dos Andes, no Chile. Ainda desconhecida no Brasil, a fruta já é bastante procurada e consumida pelos mercados americano e europeu. A grande procura pela cranberry se dá por algumas indicações que você poderá assistir no vídeo abaixo, onde profissionais de saúde expõem suas opiniões sobre a frutinha.

O poder da Cranberry

Falar do poder da Cranberry dá uma noção do quanto nossa bebida tem à oferecer às pessoas, mas saber que tudo isso que você verá no vídeo diz respeito apenas a 19ª parte do que está contido em nossa garrafa, restando-nos ainda citar as propriedades de outras 18 frutas faz-nos enxergar que mais que uma venda, realizamos uma boa ação quando oferecemos nosso produto à alguém.

O Açaí Para Ser Apreciado!

Para ser apreciado, é necessário que o açaí seja amassado. Assim, sua polpa é retirada e misturada na água, originando o chamado “vinho do açaí”. A fruta é empregada no preparo de bebidas, doces, sorvetes e geléias. O fruto da Amazônia conquistou paladares em várias regiões do Brasil. O açaí na tigela é uma expressão que condiz com os hábitos dos nativos da Amazônia que utilizam uma tigela de barro ou uma cuia para tomar o açaí, no entanto o açaí é degustado da maneira mais simples possível, sendo que o sumo do açaí extraído pelas mãos humanas (geralmente femininas) em um processo simples que envolve apenas água é acompanhado apenas de uma boa farinha de mandioca ou de tapioca, ambas oriundas da mandioca, mas de processos diferentes, sendo que a de mandioca normalmente é do tipo farinha grossa e a de tapioca tem uma baixa densidade e mantém a coloração branca, preferida por muitos que gostam de uma dieta mais leve. Outras pessoas preferem adicionar açúcar ao conjunto açaí+farinha. Outros acompanham este conjunto com uma iguaria salgada, tal como um camarão seco salgado, ou um pedaço de pirarucú assado/frito (o pirarucú é o bacalhau amazônico), nas residências tradicionais da capital paraense o bom charque assado/frito também é muito apreciado como acompanhamento para o açaí.
De qualquer maneira o açaí tem presença confirmada na mesa de todo bom paraense.

O Brasil é o grande produtor mundial de açaí, responsável por 85% da oferta mundial.

ORIGEM DA LICHIA


Nome Científico: (Lichi chinensis Sonn.).

Origem: CHINA

Conhece esta fruta? Originária da China, tem casca rugosa, polpa suculenta e sabor que lembra o da uva Itália. Aos poucos, ela conquista o paladar do brasileiro PRODUTO DA CHINA
É uma representante da família Sapindaceae, à qual pertence também o guaraná.
A cultura milenar chinesa atribui à lichia uma série de benefícios para a saúde, apesar de ainda não serem comprovados pela ciência. Confira:
O chá da casca é consumido no combate à diarréia e às erupções na pele causadas por varíola.
A semente, por conta de suas propriedades adstringentes, é transformada em pó e usada para curar problemas intestinais. Além disso, acredita-se que tenha poder analgésico. Por isso, ela também é usada para aliviar dores provocadas por lesões nos nervos e orquites (inflamação nos testículos).
Comer lichias frescas com moderação pode aliviar a tosse.
A FRUTA NO BRASIL
Paraná e São Paulo têm clima ideal para o plantio da lichieira – o que pode garantir maior oferta da fruta e preços mais baixos.

BENEFÍCIOS DA LICHIA

Rica em ácido nicotínico, cálcio, carboidrato, fósforo, ferro, fibra, gordura, potássio, proteína, riboflavina, sódio, tiamina e vitamina C. Ajuda na prevenção de antiescorbútica, antitérmico, antitussígena, diurética.

O fruto é rico em minerais e vitaminas, contendo por l00g de polpa: água (82,lg), calorias (65), proteína (0,8g), gorduras (0.4g), carboidratos (l6,3g), fibras (0,2g), Ca (l0mg), P (29mg), Fe (0,3mg), Na (3mg), K (l70mg), Tiamina (0,50mg), Riboflavina (0,60mg), Niacina (0,6mg) e Vitamina C (50mg).

VITAMINADA
Em 100 g de polpa, há 50 mg de vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, além de ser um potente antioxidante.

NÃO ENGORDA
Rica em água, cada 100 g de lichia tem apenas 65 calorias. Ou seja, pode ser consumida à vontade até por quem está de dieta.

NÉCTAR DOCE
O mel de lichia é produzido na China e na Flórida (EUA). Ele tem o mesmo sabor da fruta e não cristaliza como os demais.

CUIDADO COM OS RINS
Rica em potássio (170 mg por 100 g de polpa), deve ser consumida com moderação por quem tem disfunções renais. Neste caso, a alta concentração desse elemento no sangue pode alterar o ritmo cardíaco.

ORIGEM DO PESSÊGO

Nome Científico: (Prunus persica).

Origem: CHINA CENTRAL
O pessegueiro (Prunus persica) é uma pequena árvore, nativa da China, de folhas alternas e serreadas, flores roxas e drupas pubescentes, comestíveis e com propriedades aperitivas e digestivas.
Com inúmeras variedades hortícolas.
A infusão das folhas e sementes é calmante e as flores são usualmente utilizadas como laxante suave.

O pessegueiro é uma espécie nativa da China, com registros que remontam a 20 séculos a C. Estudos indicam que, provavelmente, teria sido levado da China para a Pérsia e de lá se espalhado pela Europa. No Brasil, segundo relatos históricos, o pessegueiro foi introduzido em 1532 por Martim Afonso de Souza, por meio de mudas trazidas da Ilha da Madeira e plantadas em São Vicente (no atual estado de São Paulo).

Segundo dados da FAO (1998), a produção mundial de pêssegos é de aproximadamente 11 milhões de toneladas, sendo os principais produtores a China, a Itália, os EUA e a Espanha. Embora sendo o maior produtor mundial, a China não figura na relação dos países exportadores, o que provavelmente se deve ao grande consumo interno. Ainda com base nessas mesmas estatísticas, na América do Sul, o Chile e a Argentina aparecem na oitava e nona posição, respectivamente, com produção de aproximadamente 280 mil toneladas/ ano e o Brasil na 13º, com uma produção anual de 146.

Segundo o IBGE, no período entre 1970-1999, a produção brasileira de pêssego passou de 111 para 159 mil toneladas/ ano, assim distribuídas entre os estados produtores: Rio Grande do Sul: 42%, São Paulo: 22%, Santa Catarina: 19%, Paraná: 11%, Minas Gerais: 5% e os demais estados: 1%. A área de pomares de pessegueiros, segundo essa mesma estatística, passou de 16,6 para 20,7 mil hectares, assim distribuídos: Rio Grande do Sul (51%), Santa Catarina (20%), São Paulo (15%), Paraná (9%), Minas Gerais (4%) e os outros estados (1%). Levantamentos mais recentes, efetuados pela Embrapa Clima Temperado, indicam que, no Rio Grande do Sul, nesse mesmo período, foram agregados mais de 5 mil ha de pomares, sendo que dois deles já se encontram em produção, embora ainda não incorporados às estatísticas.

Estimando-se, a partir dos dados acima, a produtividade média de cada estado produtor, verifica-se uma disparidade significativa pois, enquanto o maior estado produtor, o Rio Grande do Sul, apresenta uma produtividade de 6,4 ton./ha e Santa Catarina, também tradicional produtor, 7,2 ton./ha, nos estados do Paraná, Minas Gerais e São Paulo a produtividade é de 9,2; 10,6 e 10,7 ton./ha, respectivamente. Esse fato, provavelmente, está relacionado ao nível tecnológico empregado e à idade média dos pomares nas regiões.

No Brasil, os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná têm as melhores condições naturais para a produção comercial do pêssego. É possível, no entanto, produzi-lo em outros estados com cultivares menos exigentes de frio ou em estações microclimáticas adequadas às exigências mínimas.

No Rio Grande do Sul, maior produtor nacional, é possível se encontrar plantas de pessegueiro em todas as regiões. Entretanto, a produção comercial está concentrada em três pólos que, juntos, segundo a Embrapa Clima Temperado, somam cerca de 13 mil hectares de pomares.

O primeiro dos três pólos mais importantes localiza-se na chamada “Metade Sul” do estado, que compreende 29 municípios e concentra mais de 90% da produção destinada ao processamento industrial de diversas formas, com destaque para a compota. Anualmente são produzidas, em média, 40 milhões de latas de 1 kg de compota destinadas ao mercado interno. Mesmo com um consumo per capita de apenas 0,25 kg, o país tem importado anualmente cerca de 20 milhões de latas da Grécia, Espanha, Argentina e Chile. Entretanto, como resultado das taxações impostas pelo governo às importações, a partir de 1999 houve redução de cerca de 50% dessas importações, beneficiando e protegendo a cadeia produtiva.

Essa atividade, em expansão em todo o estado do Rio Grande do Sul, em função do apoio do Governo Federal com programas de financiamento a fundo perdido, tem-se apresentado como uma ótima alternativa aos agricultores da região (Metade Sul). Segundo Madail et al (2002), o sistema de produção atualmente adotado pelos agricultores de base familiar apresenta uma Taxa Interna de Retorno – TIR de 43,9% e o sistema empresarial 38%. Esses valores são superiores às taxas de juros no mercado financeiro ou qualquer outro ativo especulativo.

O segundo pólo, localizado na Grande Porto Alegre, é composto por nove municípios e produz, em média, segundo João et al (2001), 4.800 toneladas de pêssegos para o consumo in natura numa área de 312 ha, o que representa uma produtividade média de cerca de 15 toneladas/ ha. Trata-se de uma região que apresenta uma importante vantagem competitiva, já que está próxima do principal mercado consumidor do estado (Grande Porto Alegre).

O terceiro pólo está localizado na Encosta Superior do Nordeste, na região também conhecida como Serra Gaúcha, mais especificamente nos municípios de Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Veranópolis, Farroupilha, Flores da Cunha, Nova Pádua, Antônio Prado, Ipê, Pinto Bandeira e Campestre da Serra. Na safra 2000/2001, a região produziu cerca de 46 mil toneladas de pêssego que, na sua totalidade, são destinadas ao mercado de consumo in natura, numa área de aproximadamente 3.200 ha, o que representa uma produtividade superior a 14 toneladas/ ha.

Por se tratar de uma região produtora de frutas tradicional, com ênfase especial na viticultura, a ascensão do pêssego passa a ter, na seqüência, uma abordagem mais detalhada nos seus aspectos técnicos e econômicos.

BENEFÍCIOS DO PESSÊGO

Rico em fibras, sais minerais (ferro, enxofre, iodo, fósforo, manganês e magnésio), vitaminas A, C, complexo B e B5. Regula o ácido úrico, atua no intestino preguiçoso dando bom funcionamento ao órgãos digestivos.
O pêssego também é uma boa fonte de vitamina C e pectina, trazendo os mesmos benefícios que a laranja e o kiwi; além disso, contém boa quantidade de vitamina A que auxilia em tratamentos relacionados à visão, melhora o funcionamento do sistema imunológico e, portanto, ajuda na prevenção de infecções.
O pêssego é fonte de minerais, como fósforo, magnésio, manganês, cobre, iodo e ferro. É também rico em fibras, carboidratos, e vitaminas A, C e do complexo B.
Valor Calórico:
100 gramas de pêssego fornecem, em média, 51,5 calorias.
Propriedades Medicinais:
O pêssego é recomendado para manter o bom funcionamento do intestino, combater ao reumatismo e para evitar problemas de pele e do sistema nervoso.
Ajuda a tratar de: Contusões, eliminação de toxinas, erupções na pele, fungos, intestino
preguiçoso, pele cansada, problemas respiratórios, regularização do ácido úrico, tosse
cardíaca.

Valores Nutricionais
Kcal: 43
Carboidrato: 11,10
Proteína: 0,7
Gordura: 0,09
Fibras: 1,8
Colesterol: 0